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Após Clínicas: que conclusões?

No rescaldo da prova do último domingo (já recuperados?!), fazemos o balanço das Clínicas de Corrida Renault Run Club – e a partilha das principais conclusões de Bruno Brito (O2 Life Center), responsável técnico desta ativação.

Este protocolo de avaliação incidiu sobre a cadência e o ritmo da passada de cada um dos 20 atletas avaliados.

O resultado não foi inesperado. Registámos, em média, uma cadência baixa a rondar as 160 PPM (Passadas Por Minuto). Face à média sugerida de 180 PPM, os 160 PPM apontam para um elevado risco de lesão. Acreditamos, no entanto, que os exercícios sugeridos e praticados em cada Clínica de Corrida tenham sido úteis e estejam já a ser integrados na prática quotidiana dos treinos. (Confirmam, runners? :))

O saltitar a pés juntos e a pés alternados ao som do metrónomo a 180 PPM foram os exercícios mais recorrentes – e devem ser as ‘ferramentas’ mais utilizadas para a prática de corrida em sessões de treino, de modo a que possam sentir a corrida de forma mais fluída e natural.

 

Respiração, fluidez e cadência são 3 elementos-chave indicados a todos os participantes.

Associados a estes elementos, lembramos os aspetos mais importantes aos runners de Renault Run Clube:

  • a gravidade: que afeta cada passo;
  • as forças de reação: ao correres no 3º anterior do pé (meio do pé) é gerada uma uma aceleração fluída e contínua; por outro lado, se correres na parte de trás (calcanhar) irá desacelerar e gerar carga de impacto;
  • elasticidade muscular: a capacidade do músculo contrair e alongar quando lhe são aplicadas forças.

Para além de um calendário regular de treinos, este Clube tem como missão ajudar os runners a correrem cada vez mais tempo/kms e sem lesões.

E esta iniciativa foi, sem dúvida, um sucesso nesse sentido!

 

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